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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Chico Xavier: A arte do amor - Dia 2/11 - Teatro Glauce Rocha, às 19 horas, em Campo Grande-MS


No dia 02/11/2012, Dia de Finados, comemorando a continuidade da vida, teremos o show Chico Xavier: A arte do amor, no Teatro Glauce Rocha, às 19 horas com a abertura pelo Grupo Arte Boa Nova e participação de Sueli de Almeida e Valter Dermidjan, Nildes Prieto, Coral Espírita Scheilla, Grupo Além das Vozes, Gilmar Borges, Grupo Espírita de Música de Câmara Sementes de Harmonia (ICEMS) e Santiago.
A produção é de Vander Ricardo e Adriano.
Ingressos: R$ 10,00 na Arte&Técnica e Centros Espíritas.
mais informações, fone: (67)3042-5907

domingo, 19 de junho de 2011

Miserere, de Gregorio Allegri

Essa versão musicada do Salmo 51, foi executada por coral na abertura da cerimônia de recepção a Órion, nobre visitante da Constelação de Plêiades, na Colônia Redenção (aqui no nosso planeta), conforme narrado pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda, no livro Transição Planetária, na psicografia de Divaldo Pereira Franco, editado pela LEAL-Livraria Espírita Alvorada Editora, 2ª edição, 2010 (p. 26, capítulo 2 - O visitante especial).
Ronaldo São Romão Sanches, e-mail: ronaldosrs@hotmail.com
Miserere executada pelo The Choir of New College, Oxford
Miserere, também conhecido como Miserere mei, Deus (em latim: "Tende misericórdia de mim, Deus") é uma versão musicada a cappella do Salmo 51 feita pelo compositor italiano Gregorio Allegri, durante o papado de Urbano VIII, provavelmente durante a década de 1630. Era executado na Capela Sistina durante as matinas, como parte do serviço exclusivo das tênebras, na quarta e sexta-feira da Semana Santa. Foi a última de doze versões do Miserere em falsobordone compostas e executadas nestes serviços desde 1514, e era a mais popular delas; a uma determinada altura, chegou a ter a transcrição de sua música proibida por lei, e só podia ser executada em serviços privados - o que aumentava o mistério em torno da obra. A versão que acabou por "escapar" do Vaticano é na realidade uma compilação de versos musicados por Allegri em 1638 e Tommaso Bai (também Baj, 1650-1718), feita em 1714.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Show Vida no Teatro Glauce Rocha (da UFMS), em Campo Grande-MS, hoje as 19:30 horas

O show VIDA (pois sabemos que a morte não existe, apenas a carne perece), com Walter Demirdjian, Elieti Sueli O. Almeida e convidados está harmonioso, elegante, trazendo muita paz e momentos de alegria e embelezamento. Contamos com você no Teatro Glauce Rocha, localizado no complexo da Cidade Universitária, da UFMS, hoje dia 2 de novembro de 2010, dia de Finados, as 19:30 horas. Promoção da Fundação Chico Xavier, com objetivo maior da divulgação da Doutrina Espírita.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

1° Festival da Canção Espírita de Mato Grosso do Sul - dia 23 de outubro de 2010 - sábado - a partir das 18 horas na Câmara Municipal de Campo Grande-MS

A entrada para o evento será 1 quilo de alimento não perecível que será doado às instituições vinculadas à Federação Espírita de Mato Grosso do Sul. Mais informações na sede da FEMS, Avenida Calógeras,  2209 - Centro - Campo Grande-MS - fones: 3324-3757, 3324-8322 e 3382-557 - http://fems.org.br/sitefems/

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Então é Natal


Na bela voz da Simone e tradução da canção criada por John Lennon que era um amante da paz, nossos votos de Bom Natal e muitas felicidades e realizações em 2010 e sempre, a você e todos os seus entes queridos.
Um grande abraço
Ronaldo São Romão Sanches

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Convite para lançamento do CD do Grupo de Canto “A Voz do Cruzado Pantaneiro”

O Grupo de Canto “A Voz do Cruzado Pantaneiro” da Cruzada dos Militares Espíritas convida para o lançamento do CD Em busca da Paz - Na luz do Evangelho, em prol da construção do Educandário.
Data: 14 de novembro de 2009, sábado, às 19:30h
Local: Colégio Militar de Campo Grande - Av. Presidente Vargas, 2.800 - Bairro Santa Carmélia

Informações: fone (67) 3361-1055 ou 8113-3866 e por e-mail: lobocmemtms@terra.com.br

“No exercício pleno da fraternidade, a paciência, prudência e ternura, são luzes divinais para o progresso espiritual”. (Cel. Ruy Kremer)

“Amizade é o único elo que liga corações de pessoas que se amam”. (Ten. Cel. Pedro de Almeida Lobo – Palana)

sábado, 10 de outubro de 2009

Trilha sonora do filme Somewhere in Time (Em algum lugar do passado)


Considerado um dos melhores pianistas da atualidade, Maksim Mrvica, nascido na Croácia em 3 de maio de 1975, que além de música clássica, interpreta sucessos como esse, música tema do filme Somewhere in Time (Em algum lugar do passado), composta pelo britânico, John Barry (York, Yorkshire, 3 de Novembro de 1933), responsável por diversas trilhas sonoras do cinema.
Somewhere in Time (Em algum lugar do passado), é um filme de 1980, do gênero drama e ficção científica, dirigido pot Jeannot Szwarc. O filme é baseado no romance de Richard Matheson originalmente publicado com o título de Bid Time Return em 1975 e mais tarde republicado como Somewhere in Time. (fonte: Wikipedia)


A sinopse do filme é do Adoro Cinema:
Universidade de Millfield, maio de 1972. Richard Collier (Christopher Reeve) é um jovem teatrólogo que conhece na noite de estréia da sua primeira peça uma senhora, idosa, que lhe dá um antigo relógio de bolso enquanto, em tom de súplica, lhe diz: "volte para mim". Ela se retira sem dizer mais nada, deixando Richard intrigado enquanto volta para seu quarto no Grand Hotel. Chicago, 1980. Richard não consegue terminar sua nova peça, assim decide viajar sem destino certo e resolve se hospedar no Grand Hotel. Lá resolve visitar o Salão Histórico, que esta está repleto de antiguidades e curiosidades do hotel, e fica encantado com a fotografia de uma bela mulher. Como não havia plaqueta de identificação Richard procura Arthur Biehl (Bill Erwin), um antigo funcionário do hotel, que diz para Richard que o nome dela é Elise McKenna (Jane Seymour), uma atriz famosa que fez uma peça no teatro do hotel em 1912. Collier fica tão obcecado com o rosto de Elise que decide não partir e então vai até uma biblioteca próxima, onde pesquisa sobre McKenna. Para sua surpresa descobre que Elise é a mesma mulher que lhe deu o relógio, que ele carrega até hoje. Richard então procura Laura Roberts (Teresa Wright), que escreveu o artigo sobre Elise. Inicialmente ela não o recebe bem, mas quando ele mostra o relógio Laura fica espantada, pois era uma objeto de estimação que ela nunca se separava e sumiu na noite em que ela morreu, ou seja, na noite em que falou com Richard. Ao conversar mais calmamente com Laura, Richard toma consciência que ele e Elise tinham vários fatores em comum, mas parece que para achar a peça que falta deste bastante intricado quebra-cabeças ele terá de ir em algum lugar do passado, mas para isto precisa se desligar totalmente do presente. 
A duração do filme é de 1 hora e 43 minutos, ano de lançamento:1980, elenco: Christopher Reeve, Jane Seymour, Christopher Plummer, Teresa Wright, Bill Erwin



domingo, 31 de maio de 2009

O talento de Susan Boyle

I Dreamed a Dream
Eu Sonhei Um Sonho

Eu sonhei um sonho num tempo que já se foi
Quando esperanças eram elevadas e valia a pena viver
Eu sonhei que o amor nunca morreria
Eu sonhei que Deus estaria perdoando

Então eu era jovem e destemida
Quando sonhos eram feitos e usados e desperdiçados
Não havia nenhum resgate a ser pago
Nenhuma canção não cantada, nenhum vinho intocado

Mas os tigres vêm à noite
Com suas vozes suaves como trovão
Como eles despedaçam sua esperança
Transformando seus sonhos em vergonha

E ainda sim sonhei que ele veio até mim
E que viveríamos os anos juntos
Mas há sonhos que não podem ser
E há tempestades que não podemos prever

Eu tive um sonho que minha vida seria
Tão diferente deste inferno que estou vivendo
Tão diferente daquilo que parecia
Agora a vida matou o sonho que sonhei

A canção faz parte do musical Les Misérables, baseado na obra de Victor Hugo. O musical estreou em Londres em 1985 e em Nova York em 1987, ganhando inúmeros prêmios. Você pode ouvir aqui a versão da produção.
Les misérables (Os Miseráveis) é uma das principais obras escritas pelo escritor francês Victor Hugo, publicada em 3 de abril de 1862 simultaneamente em Leipzig, Bruxelas, Budapeste, Milão, Roterdã, Varsóvia, Rio de Janeiro e Paris, nesta última cidade foram vendidos 7 mil exemplares em 24 horas. Victor Hugo é também autor de Os Trabalhadores do Mar e O Corcunda de Notre Dame, entre outras obras.



O romance narra a situação política e social francesa no período da Insurreição Democrática ou Revolução de 1830, em 5 de junho de 1832, no reinado de Luís Filipe I de França, através da história de Jean Valjean.

A trama
Jean Valjean, orfão de pai e mãe, foi criado pela irmã mais velha. Quando o cunhado morre, assume o papel de homem da casa, cuidando da irmã e dos sete sobrinhos pequenos. Jean trabalhava como podador de árvores, fazendo outros trabalhos quando faltava-lhe este. Apesar de trabalhar muito viviam muito mal e eram extremamente pobres. Um dia, quando não há trabalho, dinheiro ou comida, jean Valjean rouba um pão em uma padaria, mas é preso. No tribunal de Faverolles, França, Jean Valjean é condenado a passar cinco anos na prisão por roubar um pão, pena agravada pelo fato de ele possuir uma arma de fogo em casa. A pena vai aumentando devido às suas repetidas tentativas de fuga, de forma que Jean Valjean acaba por passar dezenove anos na prisão. Após cumprir a pena é posto em liberdade condicional, sendo que se não se apresentar regularmente, nos termos da condicional, ficará preso por toda a vida. Por isso, Valjean sente-se marginalizado por todos que encontra, pois carrega o "passaporte amarelo" que o identifica como ex-presidiário. Valjean só é ajudado pelo bispo Benvindo, mas em vez de se mostrar grato, rouba-lhe todas as pratas. Logo é preso, pois as peças tinham o brasão do bispo. Quando Valjean é levado pelos soldados até à presença de Benvindo, este diz que lhe deu as pratas e ainda diz que se esqueceu de levar os castiçais. Esta demonstração de bondade faz Valjean voltar a crer nas pessoas. Após alguns anos, Valjean torna-se um próspero empresário, usando o nome de Monsieur Madeleine, o maire da cidade e um homem respeitado pela sua bondade e caridade. Chega a ajudar Fantine, a mãe de Cosette, que havia sido demitida de sua fábrica (por causa de intrigas de uma supervisora, que descobre que Fantine é uma mãe solteira), protegendo-a de Javert e cuidando dela. Promete no leito de morte dela, recuperar Cosette e cuidar dela. Um dia Valjean vê um aldeão preso embaixo de uma carroça pesada e, com uma força que parece ser sobre-humana, levanta-a usando as suas costas, o que permite que o homem seja salvo. O chefe de polícia do local, Javert , que cumpre a lei à letra sem a menor clemência, assiste a este feito, que o faz lembrar que um prisioneiro das galés que encontrou uma vez. Investigando o passado do prefeito, identifica-o como Jean Valjean, a verdadeira identidade de Madeleine, que é procurado pois nunca se apresentou para cumprir os termos da liberdade condicional. Porém, fica confuso quando um homem encontrado com um ramo de macieira na mão é acusado de ser Jean Valjean. Quando o julgamento estava em andamento alguns prisioneiros afirmam que ele é Valjean, mas o verdadeiro Jean Valjean, que estava no tribunal (após refletir muito no assunto, pois se outro fosse preso como Valjean, ele assumiria definitivamente a identidade de Madeleine, ficando livre do passado de Valjean. Entretando, ele decide assumir responsabilidade de seus atos, em favor da Justiça e da salvação de um inocente), diz que o acusado é inocente, pois ele é Jean Valjean e prova-o. Isto fará Javert iniciar uma caçada sem tréguas para prender Valjean, pois a lei tem de ser cumprida. Ficou preso algum tempo mas depois foi dado como morto num acontecimento durante esse período nas galés. Após a fuga bem sucedida, resgata a filha de Fantine dos Thénardiers, passando a viver escondido com Cosette, que passa a criar como uma verdadeira filha. Quando seu esconderijo é descoberto por Javert, refugia-se em um convento, sob a proteção de Fauchelevent (que havia salvo anteriormente), onde cria Cosette. Anos se passam e Cosette se casa. Após ser menosprezado pelo marido de Cosette, Jean Valjean fica deprimido e adoece. Pouco antes de sua morte, recebe o perdão de Marius e o amor de Cosette novamente. Morre como uma criança: feliz!
fonte: Wikipedia

sexta-feira, 1 de maio de 2009

A música e a diversidade dos povos

Vi no blog do Pedro Doria esse trabalho realizado pelo projeto multimídia Playing for Change, divulgando o talento de músicos desconhecidos do grande público, mas com uma mensagem de como a música é universal, trazendo-nos a certeza e esperança de tempos melhores para a humanidade.
Do site Cifras retirei a letra em inglês e a tradução para o português da canção de John Lennon.

Um abraço a todos.
Ronaldo São Romão Sanches
Campo Grande-MS



Stand By Me
(John Lennon)

When the night has come
And the land is dark
And the moon is the only light we'll see
No I won't be afraid
No I won't be afraid
Just as long as you stand, stand by me

CHORUS:
So darling, darling stand by me
Oh, stand by me, oh, stand
Stand by me, stand by me

If the sky that we look upon
Should tumble and fall
Or the mountains should crumble to the sea
I won't cry, I won't cry
No I won't shed a tear
Just as long as you stand, stand by me

CHORUS

Whenever you're in trouble
won't you stand by me
Oh, now, now, stand by me
Oh, stand by me, stand by me, stand by me

Fique Comigo (Conte Comigo) *
(John Lennon)

Quando a noite tiver chegado
E a terra estiver escura,
E a lua for a única luz que veremos,
Não, eu não terei medo
Não, eu não terei medo,
Da mesma maneira que quando você fica, fica comigo...

REFRÃO:
Então querida, querida, fique comigo
Oh, fique comigo, oh, fique
Fique comigo, fique comigo...

Se o céu que vemos lá em cima
Desabasse e caísse
Ou as montanhas desmoronassem para o mar
Eu não choraria, eu não choraria,
Não, eu não derramaria uma lágrima,
Igual quando você fica, fica comigo...

REFRÃO

A qualquer hora que você estiver com problemas,
você não contará comigo?
Oh, agora, agora, conte comigo
Oh, conte comigo, conte comigo, conte comigo