quinta-feira, 16 de julho de 2009

Raul Teixeira em Campo Grande-MS - algumas alterações na Programação


Em Campo Grande o Seminário com Raul Teixeira será no Teatro Glauce Rocha.
Em Tres Lagoas só haverá o Seminário, das 15h às 19h30, no Grêmio da Fraternidade Espírita José Xavier, na Rua Zuleide Peres Tabox, 751.
Em Dourados, além da Palestra do dia 21, haverá um Seminário no dia 22, das 8h30 às 12h, no C. E. Amor e Caridade, na Av. Pres. Vargas, 796.
Em Nova Andradina a Palestra foi cancelada.

Espaço Chico Xavier - Agenda do dia 18/07/2009

segunda-feira, 13 de julho de 2009

CURSO DE CAPACITAÇÃO DE EVANGELIZADORES DE INFÂNCIA E JUVENTUDE - dia 18/07/09 - sábado, em Campo Grande-MS

Local: Centro Espírita Obreiros do Bem – Rua Albert Sabin, 2.193

Objetivos:
- Sensibilizar os Evangelizadores para a importância e necessidade da tarefa de evangelizar;

-Capacitar os Evangelizadores nos aspectos didáticos, pedagógicos e doutrinários, com vistas à melhoria do seu desempenho em sala de aula e à qualidade do trabalho oferecido pelo Departamento de Infância e Juventude;
- Garantir a unidade de propósitos e métodos de trabalho na evangelização infanto-juvenil.

Eixo Temático: Doutrina Espírita - Proposta de Educação Integral
Tema - O Homem de Bem.

PROGRAMAÇÃO
8h - Abertura e Prece – Centro Espírita Obreiros do Bem
8h10 –Socialização - Centro Espírita Obreiros do Bem
8h20 – Como se processa a construção do conhecimento em crianças e jovens - Ana Christina (Equipe FEMS/DIJ)
10h – Intervalo

Evangelizadores de juventude

10h15 – Oficina de literatura: Como trabalhar Poesia e Romance com os Jovens - Celso Catônio, Ana Christina e Regina Célia - (Equipe FEMS/DIJ)
Evangelizadores de infância
10h15 – Oficina de contação de histórias - Eliete Soares, Evelyn e Isis (Equipe FEMS/DIJ)

12h – Almoço

13h - Apresentação do coral- Maria José Maldonado (Equipe FEMS/DIJ)
13h15 – Trabalho em grupo – Montar plano de aula, inserindo o poema. Regina Célia e Ana Christina (Equipe FEMS/DIJ)
13h15 – Trabalho em grupo – Montar plano de aula, inserindo a história. Eliete Soares, Evelyn e Isis (Equipe FEMS/DIJ)
14h - Apresentação dos planos de aula: poesia e história
15h15 – Intervalo
15h30 - Levantamento e discussão de situações problemas vivenciadas pelos evangelizadores de juventude - Regina Célia e Carlos Augusto - (Equipe FEMS/DIJ)
15h30 - Levantamento e discussão de situações problemas vivenciadas pelos evangelizadores de infância – Eliete Soares e Ana Christina - (Equipe FEMS/DIJ)
16h15 - Oficina de Plano Anual de Atividades para Infância e Juventude – Carlos Augusto (Equipe FEMS/DIJ).
17h15 – Avaliação
17h30 – Encerramento

mais informações:
Federação Espírita de Mato Grosso do Sul
Av Calógeras, 2209 - Centro
Campo Grande - MS
CEP 79004-380
fone: (67) 3382-5571

Centro Espírita Obreiros do Bem
Rua Albert Sabin, 2193 -Vila Anahy
79090-160 - Campo Grande - MS

sábado, 11 de julho de 2009

Objetivo do Espiritismo e seu tríplice aspecto

de Celso Martins e Jayme Lobato Soares
publicado no Portal do Espírito

Na obra O Espiritismo na sua mais simples expressão Allan Kardec afirma:

O objetivo essencial do Espiritismo é melhorar os homens, no que concerne ao seu progresso moral e intelectual.

“O verdadeiro espírita não é o que crê nas comunicações, mas o que procura aproveitar os ensinamentos dos Espíritos. De nada adianta crer, se sua crença não o faz dar sequer um passo na senda do progresso, e não o torna melhor para o próximo”.

No livro O Que é o Espiritismo Kardec esclarece:

"O Espiritismo funda-se na existência de um mundo invisível, formado pelos seres incorpóreos que povoam o espaço e que não são mais que as almas daqueles que viveram na Terra, ou em outros globos, nos quais deixaram seus invólucros materiais. São os seres a que chamamos Espíritos, seres que nos cercam e incessantemente exercem sobre os homens sem que estes o percebam, uma grande influência, e desempenham papel muito ativo no mundo moral e mesmo, até certo ponto, no físico”.

Ainda em O Que é o Espiritismo Kardec faz as seguintes afirmações:

"O Espiritismo, como doutrina moral, só impõe uma coisa: a necessidade de fazer o bem e evitar o mal. É uma ciência de observação que, repito, tem conseqüências morais. que são a confirmação e a prova dos grandes princípios da religião; quanto às questões secundárias, ele as abandona à consciência de cada um”.

“O Espiritismo não descobriu nem inventou os Espíritos, como não descobriu o mundo espiritual, no qual se acreditou em todos os tempos; todavia, ele o prova por fatos materiais e o apresenta em sua verdadeira luz, desembarançando-o dos preconceitos e idéias supersticiosas, filhos da dúvida e da incredulidade”.

Em O Espiritismo na sua mais simples expressão Kardec ainda esclarece:

"'As instruções dadas pelos Espíritos de ordem elevada sobre todos os assuntos que interessam à humanidade e as respostas que deram às perguntas que lhes formulamos foram recolhidas e coordenadas cuidadosamente e constituem toda uma ciência, toda uma doutrina moral e filosófica com o nome Espiritismo. O Espiritismo é, pois, a doutrina fundada na existência, nas manifestações e no ensinamento dos Espíritos. Esta doutrina acha-se exposta de maneira completa no Livro dos Espíritos, em seu aspecto filosófico, no Livro dos Médiuns, em sua parte prática e experimental, e no Evangelho Segundo o Espiritismo, em seu aspecto moral”.

Isto posto, vejamos a seguir, consoante as palavras do próprio Codificador, como se entende o tríplice aspecto do Espiritismo, ou seja, ciência, filosofia e religião.
I - Ciência

No Preâmbulo de O que é o Espiritismo, Kardec afirma que "O Espiritismo é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos Espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal".

Na mesma obra, Kardec acrescenta:

"O Espiritismo tem por fim demonstrar e estudar a manifestação dos Espíritos, suas faculdades, sua situação feliz ou infeliz, seu futuro; em suma, o conhecimento do Mundo Espiritual.

"... Essa crença apoia-se sobre o raciocínio e sobre os fatos. Eu próprio não a adotei senão depois de meticuloso exame, o hábito das coisas positivas, sondei, perscrutei esta nova ciência nos seus mais íntimos refolhos; busquei explicar-me tudo, porque não costumo aceitar idéia alguma sem lhe conhecer o como e o porquê".

Em O Evangelho Segundo o Espiritismo logo na Introdução, item II, Kardec declara:

"Uma só garantia séria existe para o ensino dos Espíritos: a concordância que haja entre as revelações que eles façam espontaneamente, servindo-se de grande número de médiuns estranhos uns aos outros e em vários lugares”.

Também, no livro A Gênese (Introdução) diz:

"Generalidade e concordância do ensino, tal é o caráter essencial da doutrina, a própria condição de sua existência; do que resulta que todo princípio que não recebeu a consagração do assentimento da generalidade não pode ser considerado parte integrante desta doutrina, mas simples opinião isolada da qual o Espiritismo não pode assumir a responsabilidade”.

No prefácio do livro O Fenômeno Espírita Gabriel Delanne afirma: "O Espiritismo é uma ciência cujo fim é a demonstração experimental da existência da alma e sua imortalidade, por meio de comunicação com aqueles aos quais impropriamente têm sido chamado de mortos".

Na obra O que é a Mediunidade, de Celso Martins, consta o seguinte:

"O Espiritismo tem um aspecto científico porque estuda, à luz da razão e usando critérios científicos, com metodologia específica, os fenômenos mediúnicos, ou melhor, os fatos que colocam os homens em contato com os espíritos, ocorrências estas que nada têm de sobrenatural, porque estão dentro do contexto dos fatos naturais, nada apresentando de milagroso nem de superstições do povo crédulo e ignorante”.

Muito esclarecedor é o texto abaixo, constante de A Gênese, Cap. I - item 14, de Kardec:

"Como meio de elaboração, o Espiritismo procede exatamente da mesma maneira que as ciências positivas, isto é, aplica o método experimental. Fatos de ordem nova se apresentam, que não podem ser explicados pelas leis, conhecidas; ele os observa, compara, analisa e, partindo dos efeitos às causas, chega à lei que os rege, depois deduz as conseqüências e busca as aplicações úteis. O Espiritismo não estabeleceu nenhuma teoria preconcebida; assim, não se apresentam como hipótese nem a existência e a intervenção dos Espíritos, nem o perispírito, nem a reencarnação, nem qualquer dos princípios da doutrina; conclui-se pela existência dos Espíritos porque essa existência resultou como evidência da observação dos fatos; e assim os demais princípios. Não foram dos fatos que vieram posteriormente confirmar a teoria, mas foi a teoria que veio subseqüentemente explicar e resumir os fatos. Rigorosamente exato, portanto, dizer que o Espiritismo é uma ciência da observação e não o produto da imaginação. As ciências não fizeram progressos sérios senão depois que os seus estudos se basearam no método experimental; mas, acreditava-se que esse método não poderia ser aplicado senão à matéria ao passo que o é igualmente às coisas metafísicas".

II - Filosofia

Diz Kardec, no Preâmbulo de O Que é o Espiritismo:

"O Espiritismo é, ao mesmo tempo uma ciência de observação e uma doutrina filosófica. Como ciência prática ele consiste nas relações que se estabelecem entre nós e os Espíritos; como filosofia, compreende todas as conseqüências morais que dimanam essas mesmas relações”.

“A Filosofia Espírita é a interpretação dos fenômenos verificados e estudados pela Ciência Espírita. Esses fenômenos revelam ao homem a estrutura do Universo, que é a seguinte, como vemos em O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec: Deus, Espírito e Matéria. Uma vez constatada essa realidade, e descoberto o mecanismo pelo qual o Espírito se manifesta através da matéria, cessa o trabalho da ciência, para começar a da filosofia”.

J. Herculano Pires, ainda acrescenta:

" Filosofia Espírita, como disse Kardec, pertence genericamente ao que costumamos chamar Filosofia Espiritualista, porque a sua visão do Universo não se prende à Matéria, mas vai até o Espírito, que considera como causa de tudo o que percebemos no plano material. Englobando na sua interpretação cosmológica a Ciência Espírita, e tendo como conseqüência a Religião Espírita, a Filosofia Espírita encerra em si mesma toda a doutrina. É por isso que O Livro dos Espíritos, obra fundamental da doutrina, não é propriamente um livro científico ou religioso, mas um tratado filosófico”.

Em Espiritismo Básico Pedro Franco Barbosa afirma:

"O caráter filosófico do Espiritismo está, portanto, no estudo que faz do Homem, sobretudo Espírito, de seus problemas, de sua origem, de sua destinação. Esse estudo leva ao conhecimento do mecanismo das relações dos Homens, que vivem na Terra, com aqueles que já se despediram dela, temporariamente, pela morte, estabelecendo as bases desse permanente relacionamento, e demonstra a existência, inquestionável, de algo que tudo ria e tudo comanda, inteligentemente - Deus”.

Assevera Celso Martins, em O que é a Mediunidade:

"O Espiritismo tem um aspecto filosófico porque, a partir dos fenômenos, dá uma interpretação da vida, isto é, responde àquelas perguntas que apresentamos (...) sobre o porquê da vida. De onde você veio e para onde você vai. A razão das desigualdades que observamos entre as criaturas. Trata-se de uma filosofia espiritualista porque admite, repito, com base nos fatos mediúnicos e anímicos, a existência de um princípio espiritual no Universo, além do princípio material. Equivale dizer que o Espiritismo vê no ser humano, não apenas o corpo material, de carne e osso, de vísceras e sangue, de nervos e hormônios, mas também aquilo a que as religiões, há séculos, deram o nome de alma.

“A filosofia espírita aceita que, acima destes dois princípios universais, o material e o espiritual paira Deus, o Criador de tudo, a inteligência primária da Natureza inteira, um Deus que é a suprema perfeição, um Deus que é Pai de Misericórdia e Bondade, de Justiça e Amor, que criou todos os seus filhos para todos, sem qualquer exceção, um dia, através de seus esforços, ao longo dos tempos, sejam, de fato, felizes”.

III - Religião

Há quem conteste o aspecto religioso do Espiritismo. Vejamos o que diz Kardec. No livro O Espiritismo na sua mais simples expressão, claramente ele assegura:

"Do ponto de vista religioso o Espiritismo tem por base as verdades fundamentais de todas as religiões: Deus, a alma, a imortalidade, as penas e as recompensas futuras, sendo, porém, independente de qualquer culto em particular. Seu objetivo é provar àqueles que negam, ou que duvidam, que a alma existe, que ela sobrevive ao corpo e que sofre, após a morte, as conseqüências do bem e do mal que praticar durante a vida corpórea: o objetivo de todas as religiões”.

Em Obras Póstumas - Primeira Parte - Manifestações dos Espíritos - Caráter e conseqüências religiosas das manifestações dos Espíritos, há a seguinte afirmação de Kardec:

"O Espiritismo, firmado no conhecimento de leis ainda não compreendidas, não vem destruir os fatos religiosos, mas torná-los mais aceitáveis, dando-lhes explicação racional. O que ele vem destruir são as falsas deduções daquelas leis, por erro ou ignorância”.

No Livro “O Evangelho Segundo o Espiritismo” - Introdução, item I, Kardec esclarece:

"Esta obra é para uso de todos. Dela podem todos haurir os meios de conformar com a moral do Cristo o respectivo proceder. Aos espíritas oferece aplicações que lhe concernem de modo especial. Graças às relações estabelecidas, doravante e permanentemente, entre os homens e o mundo invisível, a lei evangélica, que os próprios Espíritos ensinaram a todas as nações, já não será letra morta, porque cada um a compreenderá e se verá incessantemente compelido a pô-la em prática, a conselho de seus guias espirituais. As instruções que promanam dos Espíritos são verdadeiramente as vozes do céu que vêm esclarecer os homens e convidá-los à prática do Evangelho”.

Nessa mesma obra, Cap. I - item 7, Kardec dispõe:

"Assim, como o Cristo disse: “Não vim destruir a lei, porém cumpri-la”, também o Espiritismo diz: “Não venho destruir a lei cristã, mas dar-lhe execução”. Nada ensina em contrário ao que ensinou o Cristo; mas, desenvolve, completa e explica em termos claros e para toda gente, o que foi dito apenas sob forma alegórica. Vem cumprir e preparar a realização das coisas futuras. Ele é pois, obra do Cristo, que preside, conforme igualmente o anunciou, à regeneração que se opera e prepara o reino de Deus na Terra”.

No Cap. I - item 16 de A Gênese, Kardec afirma:

"Do mesmo modo que a ciência propriamente dita tem por objeto o estudo das leis do princípio material, o objeto especial do Espiritismo é o conhecimento das leis do princípio espiritual ...”.

No Cap. XII - item 18, acrescenta:

"Não é que o sobrenatural seja necessário às religiões, mas sim o princípio espiritual, que erradamente se confunde com o maravilhoso, e sem o qual não há religião possível’.

No discurso proferido na Sociedade Espírita de Paris, em 1º de novembro de 1868 e publicado na Revista Espírita de dezembro do mesmo ano, Kardec faz as seguintes declarações:

"Dissemos que o verdadeiro objetivo das assembléias religiosas deve ser a comunhão de pensamentos; é que, com efeito, a palavra religião quer dizer laço. Uma religião, em sua acepção nata e verdadeira, é um laço que religa os homens numa comunidade de sentimentos, de princípios e de crenças ...”

"O laço estabelecido por uma religião, seja qual for o seu objetivo, é pois, um laço, um laço essencialmente moral, que liga os corações, que identifica os pensamentos, as aspirações, e não somente o fato de compromissos materiais, que se rompem à vontade, ou da realização de fórmulas que falam mais aos olhos do que ao espírito ...”

"Se assim é, perguntarão, então o Espiritismo é uma religião? Ora, sim, sem dúvida senhores. No sentido filosófico, o Espiritismo é uma religião, e nós nos glorificamos por isto, porque é a doutrina que funda os elos da fraternidade e da comunhão de pensamentos, não sobre uma simples convenção, mas sobre bases mais sólidas: as mesmas leis da natureza.

"Porque, então, declaramos que o Espiritismo não é uma religião? Porque não há uma palavra para exprimir idéias diferentes, e que, na opinião geral, a palavra religião é inseparável da de culto; desperta exclusivamente uma idéia de forma, que o Espiritismo não tem. Se o Espiritismo se dissesse uma religião, o público não veria aí senão uma nova edição, uma variante, se se quiser, dos princípios absolutos em matéria de fé; uma casta sacerdotal com seu cortejo de hierarquias, de cerimônias e de privilégios; não o separaria das idéias de misticismo e dos abusos contra os quais tantas vezes se levantou a opinião pública”.

Como se vê, o Espiritismo não é religião no sentido tradicional da palavra religião.

Concluímos que o Espiritismo não tem culto material exterior nem sacerdócio organizado, como as religiões tradicionais; no entanto, possui um conteúdo moral, ligando os homens entre si e seu criador.
Leitura Complementar:

1. Espiritismo Básico - Pedro Franco Barbosa - FEB.
2. O que é a Mediunidade - Celso Martins - Leymarie.
3. Vida e Obra de Allan Kardec - André Moreil - EDICEL.
4. Recordando Deolindo Amorim - Celso Martins - Gráfica e Editora do Lar/ABC do Interior
5. Kardec, irmãs Fox e outros - Jorge Rizzini - EME.
6. O Mistério do Bem e do Mal - J. Herculano Pires - Ed. Correio Fraterno.
7. Ciência Espírita - J.Herculano Pires - Ed. Paidéia.
8. O Infinito e o Finito - Crônicas - J.Herculano Pires - Ed. Correio Fraterno
9. Evolução para o Terceiro Milênio - Carlos Toledo Rizzini - EDICEL.
10. Religião - Carlos Imbassahy - FEB.

Capítulo do Livro "O Espiritismo ao alcance de todos"

Influência Moral do Médium - Simpósio no ICEMS - 11/07/09 - 19:30hs

Simpósio sobre a conclusão do Capítulo Capítulo XX do Livro dos Médiuns: Influência Moral do Médium, questões 227, 228, 229 e 230 - com Coordenação de João Batista Paiva, psicólogo e os trabalhadores Afrânio Otta Ortega, Francisco Atílio Arcoleze, Vera Márcia Accetturi e Lucila de Almeida.
Local: INSTITUTO DE CULTURA ESPÍRITA DE MATO GROSSO DO SUL - ICEMS
Rua 26 de Agosto, 850 - Centro
fone: (67) 3042-2770 - fax: (67) 3042-2771
Campo Grande-MS
CEP 79002-081
e-mail: icems@icems.org.br

quarta-feira, 1 de julho de 2009

ALMOÇO PROMOCIONAL EM PROL DA CONSTRUÇÃO DO “LAR DE RUY KREMER”

CRUZADA DOS MILITARES ESPÍRITAS – MT/MS
REUNIÃO DA FAMÍLIA MILITAR ESPÍRITA E AMIGOS
DIA 05 DE JULHO - DOMINGO
11:30h = PALESTRA PÚBLICA
12:00 às 13:30horas
ALMOÇO PROMOCIONAL EM PROL DA CONSTRUÇÃO DO “LAR DE RUY KREMER”
CARDÁPIO: FRANGO ASSADO AO LEITE, BATATA PALHA, ARROZ BRANCO E COM GUARIROBA, SALADA VERDE, PRATO SURPRESA
Ingresso: R$13,00 (CRIANÇA ATÉ 07 ANOS NÃO PAGA)
NÃO SERÁ SERVIDO MARMITEX
LOCAL: LAR DE RUY KREMER
RUA JABORANDI, 80 - Jd AEROPORTO
Campo Grande-MS
LIVRARIA JAYME ROLEMBERG DE LIMA ANUNCIA PROMOÇÃO IMPERDÍVEL DE LIVROS ESPÍRITAS (NOVOS), por R$ 5,00
LIVROS USADOS EM BOM ESTADO R$ 1,00

terça-feira, 30 de junho de 2009

CAPACITAÇÃO PARA TRABALHADORES DA ÁREA DO ATENDIMENTO ESPIRITUAL

dia 5 de julho de 2009 - domingo, das 8h30 às 16 horas
Local: Federação Espírita de Mato Grosso do Sul
Av. Calógeras, 2.209 - Centro
mais informações:
FEMS - fone: (67) 3324-8322 / Fax: (67) 3324-3757
e-mail: fems@fems.org.br

domingo, 28 de junho de 2009

Manoel Philomeno de Miranda

Mais conhecido como Philomeno de Miranda, foi, por muitos anos, destacado colaborador do Movimento Espírita da Bahia, culminando com a sua eleição para a Presidência da União Espírita Baiana, em substituição a José Petitinga, quando este retornou ao Pano Espiritual, em 25 de março de 1939, em Salvador.
Manoel Philomeno de Baptista de Miranda nasceu no dia 14 de novembro de 1876, em Jangada, Município do Conde no Estado da Bahia. Foram seus pais Manoel Baptista de Miranda e D. Umbelina Maria da Conceição.
Diplomou-se pela Escola Municipal da Bahia, hoje Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal da Bahia, colando grau na turma de 1910, como Bacharel em Comércio e Fazenda. Exerceu sua profissão com muita probidade, sendo um exemplo de operosidade no campo profissional. Ajudava sempre aqueles que o procuravam, pudessem ou não retribuir os seus serviços. Foi tão grande em sua conduta, como na modéstia. Debilitado por uma enfermidade pertinaz, em 1914, e tendo recorrido a diversos médicos, sem qualquer resultado positivo, foi curado pelo médium Saturnino Favila, na cidade de Alagoinhas, com passes e água fluidificada, complementando a cura com alguns remédios da Flora Medicinal. Nessa época, indo a Salvador, conheceu José Petitinga, que o convidou a freqüentar a União Espírita Baiana. A partir daí Philomeno de Miranda interessou-se pelo estudo e prática do Espiritismo, tornando-se um dos mais firmes adeptos de seus ensinamentos. Fiel discípulo de Petitinga, foi autêntico diplomata na trato com o Movimento Espírita da Bahia, com capacidade para resolver todos os assuntos pertinentes às Casas Espíritas. A serviço da Causa, visitava periodicamente as Sociedades Espíritas, da Capital e do Interior, procurando soluções para qualquer dificuldade. Delicado, educado, porém decidido na luta, não dava trégua aos ataques descabidos, arremetidos por religiosos e cientistas que tentavam destruir o trabalho dos espíritas.
Mesmo modesto, não pôde impedir que suas atividades sobressaíssem nas diversas frentes de trabalho que empreendeu em favor da Doutrina. Na literatura escreveu "Resenha do Espiritismo na Bahia" e "Excertos que justificam o Espiritismo", que publicou omitindo o próprio nome. Em resposta ao Padre Huberto Rohden, publicou um opúsculo intitulado "Por que sou Espírita".
Dedicou-se com muito carinho às reuniões mediúnicas, especialmente às de desobsessão. Achava imprescindível que as Instituições espíritas se preparassem convenientemente para o intercâmbio espiritual, sendo de bom alvitre que os trabalhadores das atividades desobsessivas se resguardassem ao máximo, na oração, na vigilância e no trabalho superior. Salientava a importância do trabalho da caridade, para se precaverem de sofrer ataques das Entidades que se sentem frustradas nos planos nefastos de perseguições. É o caso de muitas Casas Espíritas que, a título de falta de preparo, se omitem dos trabalhos mediúnicos.
Importante conhecer-se como se deu o relacionamento do médium Divaldo Pereira Franco com esse amoroso Benfeitor. É o próprio Divaldo quem esclarece:
"Numa das viagens a Pedro Leopoldo, no ano de 1950, Chico Xavier psicografou para mim uma mensagem ditada pelo Espírito José Petitinga, e no próximo encontro uma outra ditada pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda. "Eu era muito jovem e, como é compreensível, fiquei muito sensibilizado. Guardei as mensagens, bebi nelas a inspiração, permanecendo confiante em Deus.
"No ano de 1970, no mês de janeiro, apareceu-me o Espírito Manoel Philomeno de Miranda, dizendo que, na Terra, havia trabalhado na União Espírita Baiana, atual Federação, tendo exercido vários cargos, dedicando-se, especialmente à tarefa do estudo da mediunidade e da desobsessão.
"Quando chegou ao Mundo Espiritual foi estudar em mais profundidade as alienações por obsessão e as técnicas correspondentes da desobsessão.
"Fora uma pessoa que, no mundo, se dedicava à escrituração mercantil, portanto afeito a uma área de informações de natureza geral sobre o comércio.
"Mas, tendo convivido muito com Petitinga, que foi um beletrista famoso, um grande latinista, amigo íntimo de Carneiro Ribeiro - que também se notabilizou pela réplica e tréplica com Ruy Barbosa - ele, Miranda, houvera aprimorado os conhecimentos lingüísticos que levara da Terra, com vistas a uma programação de atividades para a Doutrina Espírita, pela mediunidade, no futuro.
"Convidado por Joanna de Ângelis, para trazer o seu contributo em torno da mediunidade, da obsessão e desobsessão, ele ficou quase trinta anos realizando estudos e pesquisas e elaborando trabalho que mais tarde iria enfeixar em livros.
"Ao me aparecer, então, pela primeira vez, disse-me que gostaria de escrever por meu intermédio.
"Levou-me a uma reunião, no Mundo Espiritual, onde reside, e ali mostrou-me como eram realizadas as experiências de prolongamento da vida física através de transfusão de energia utilizando-se do perispírito. "Depois de uma convivência de mais de um mês, aparecendo-me diariamente para facilitar o intercâmbio psíquico entre ele e mim, começou a escrever Nos Bastidores da Obsessão, que são relatos, em torno da vida espiritual, das técnicas obsessivas e de desobsessão".
A partir daí seguiram-se outros livros sobre o problema obsessivo, classificado por Philomeno de Miranda como "tormentoso flagício social". Nos seus livros, caracterizados e lidos como "romances", encontra-se meticuloso exame da mediunidade atormentada e das patologias obsessivas, em páginas de profundo teor didático que permitem ao leitor melhor compreensão da narrativa central.
Além de Nos Bastidores da Obsessão, ditou ao médium Divaldo Pereira Franco as seguintes obras: Grilhões Partidos, Nas Fronteiras da Loucura, Loucura e Obsessão, Trilhas da Libertação, Painéis da Obsessão, Temas da Vida e da Morte, Tramas do Destino, Sexo e Obsessão, Tormentos da Obsessão e Entre os Dois Mundos. Philomeno de Miranda foi amigo de Leopoldo Machado, patrocinando grandes conferências desse inesquecível trabalhador, que deixou um marco de luz em sua passagem pela Terra.
Exerceu na União Espírita Baiana, hoje Federação Espírita do Estado da Bahia, os cargos de 2º secretário, de 1921 a 1922, e de 1º secretário, de 1922 a 1939, juntamente com José Petitinga e uma plêiade de grandes trabalhadores. Em 1939, substituiu Petitinga. Ele já vinha no serviço ativo daquela Federativa por mais de vinte e quatro anos consecutivos, trabalhando na administração, no socorro espiritual como grande doutrinador, nos serviços da caridade, zelando sempre pelo bom nome da Doutrina, com todo o desvelo de que era possuído.
Sofrendo do coração, subia as escadas a fim de não faltar às sessões, sorrindo e sempre animado. Queria extinguir-se no seu cumprimento.
Sentia imensa alegria em dar os seus dias ao serviço do Cristo. Sobre as suas últimas palavras, assim escreve A. M. Cardoso e Silva: "Agora sim! Não vou porque não posso mais. Estou satisfeito porque cumpri o meu dever. Fiz o
que pude... o que me foi possível. Tome conta dos trabalhos, conforme já determinei." Era antevéspera da sua desencarnação, ocorrida no dia 14 de julho de 1942. Querido de quantos o conheceram - porque quem o conhecia não podia deixar de amá-lo -, até o último instante demonstrou a firmeza da tranqüilidade dos justos, proclamando e testemunhando a grandeza imortal da Doutrina Espírita.

Fontes: Antônio Souza Lucena, in "Reformador, de novembro de 1990" e A Obsessão: Instalação e Cura, organizada por Adilton Pugliese, LEAL, 1998, publicado na edição de novembro/dezembro de 2005, de O ESPÍRITA MINEIRO.

AS DROGAS E SUAS IMPLICAÇÕES ESPIRITUAIS

*Xerxes Pessoa de Luna

I – Introdução
Um dos problemas mais graves da sociedade humana, na atualidade, é o consumo indiscriminado e, cada vez mais crescente, das drogas por parte não só dos adultos, mas, também, dos jovens e lamentavelmente até das crianças, principalmente nos centros urbanos das grandes cidades.
A situação é tão preocupante, que cientistas de várias partes do Planeta, reunidos, chegaram à seguinte conclusão: “Os viciados em drogas de hoje podem não só estar pondo em risco seu próprio corpo e sua mente, mas fazendo uma espécie de roleta genética, ao projetar sombras sobre os seus filhos e netos ainda não nascidos”.
Diante de tal flagelo e de suas terríveis conseqüências, não poderia o Espiritismo, Doutrina comprometida com o crescimento integral da criatura humana na sua dimensão espírito-matéria, deixar de se associar àqueles segmentos da sociedade que trabalham pela preservação da vida e dos seus ideais superiores, em seus esforços de erradicação de tão terrível ameaça.
O efeito destruidor das drogas é tão intenso que extrapola os limites do organismo físico da criatura humana, alcançando e comprometendo, substancialmente, o equilíbrio e a própria saúde do seu corpo perispiritual. Tal situação, somada àquelas de natureza fisiológica, psíquica e espiritual, principalmente as relacionadas com as vinculações a entidades desencarnadas em desalinho, respondem, indubitavelmente, pelos sofrimentos, enfermidades e desajustes emocionais e sociais a que vemos submetidos os viciados em drogas.
Em instantes tão preocupantes da caminhada evolutiva do ser humano em nosso planeta, cabe a nós espíritas, não só difundir as informações antidrogas que nos chegam do plano espiritual benfeitor que nos assiste, mas, acima de tudo, entender e atender aos apelos velados que estes amigos espirituais nos enviam com seus informes e relatos contrários ao uso indiscriminado das drogas, no sentido de envidarmos esforços mais concentrados e específicos no combate às drogas, quer no seu aspecto preventivo, quer no de assistência aos já atingidos pelo mal.

II – A ação das drogas no perispírito
Revela-nos a ciência médica que a droga, ao penetrar no organismo físico do viciado, atinge o aparelho circulatório, o cérebro, e as células, principalmente as neuroniais.
Na obra “Missionários da Luz” – André Luiz (pág. 221 – Edição FEB), lemos: “O corpo perispiritual, que dá forma aos elementos celulares, está fortemente radicado no sangue. O sangue é elemento básico de equilíbrio do corpo perispiritual.” Em “Evolução em dois Mundos”, o mesmo autor espiritual revela-nos que os neurônios guardam relação íntima com o perispírito.
Comparando as informações destas obras com as da ciência médica, conclui-se que a agressão das drogas ao sangue e às células neuroniais também refletirá nas regiões correlatas do corpo perispiritual em forma de lesões e deformações consideráveis que, em alguns casos, podem chegar até a comprometer a própria aparência humana do perispírito. Tal violência concorre até mesmo para o surgimento de um acentuado desequilíbrio do Espírito, uma vez que “o perispírito funciona em relação a este, como uma espécie de filtro na dosagem e adaptação das energias espirituais junto ao corpo físico e vice-versa.
Por vezes o consumo das drogas se faz tão excessivo, que as energias, oriundas do perispírito para o corpo físico, são bloqueadas no seu curso e retornam aos centros de força.

III – A ação dos Espíritos inferiores junto ao viciado
Esta ação pode ser percebida através das alterações no comportamento do viciado, dos danos adicionais ao seu organismo perispiritual, já tão agredido pelas drogas, e das conseqüências futuras e penosas que experimentará quando estiver na condição de espírito desencarnado, vinculado à regiões espirituais inferiores.
Sabemos que, após a desencarnação, o Espírito guarda, por certo tempo, que pode ser longo ou curto, seus condicionamentos, tendências e vícios de encarnado. O Espírito de um viciado em drogas, por exemplo, em face do estado de dependência a que ainda se acha submetido, no outro lado da vida, sente o desejo e necessidade de consumir a droga. Somente a forma de satisfazer seu desejo é que irá variar, já que a condição de desencarnado não lhe permite proceder como quando na carne. Como Espírito precisará vincular-se à mente de um viciado, de início, para transmitir-lhe seus anseios de consumo da droga, posteriormente para saciar sua necessidade, valendo-se para tal recurso, ou da vampirização das emanações tóxicas impregnadas no perispírito do viciado ou da inalação dessas mesmas emanações quando a droga estiver sendo consumida.
Essa sobrecarga mental, indevida, afeta tão seriamente o cérebro, a ponto de este ter suas funções alteradas, com conseqüente queda no rendimento físico, intelectual e emocional do viciado. Segundo Emmanuel, “o viciado ao alimentar o vício dessas entidades que a ele se apegam, para usufruir das mesmas inalações inebriantes, através de um processo de simbiose em níveis vibratórios, coleta em seu prejuízo as impregnações fluídicas maléficas daqueles, deixando o viciado enfermiço, triste, grosseiro, preso à vontade de entidades inferiores, sem o domínio da consciência dos seus verdadeiros desejos”.

IV – Contribuição do Centro Espírita no trabalho antidrogas desenvolvido pelos Benfeitores Espirituais
As Casas Espíritas, como Pronto-Socorros espirituais, muito podem contribuir com os Espíritos Superiores no trabalho de prevenção e auxílio às vítimas das drogas nos dois lados da vida. Com certeza, esta contribuição poderia ocorrer através de medidas que , no dia-a-dia da instituição ensejassem:
a) Um incentivo cada vez mais constante às atividades de evangelização da infância e da juventude, principalmente com sua implantação, caso a Instituição ainda não o tenha implantado.
b) Estimular seus freqüentadores, em particular a família do viciado em tratamento, à prática do Evangelho no Lar. Estas pequenas reuniões, quando realizadas com o devido envolvimento e sinceridade de propósitos, são fontes sublimes de socorro às entidades sofredoras, além, naturalmente, de concorrer para o estreitamento dos laços afetivos familiares, o que decerto estimulará o viciado, por exemplo, a perseverar no seu propósito de libertar-se das drogas ou dar o primeiro passo nesse sentido.
c) Preparar devidamente seu corpo mediúnico para o sublime exercício da mediunidade com Jesus, condição essencial ao socorro às vítimas das drogas, até mesmo as desencarnadas.
d) No diálogo fraterno com o viciado e seus familiares, sejam-lhes colocados à disposição os recursos socorristas do tratamento espiritual: passe, desobsessão, água fluidificada e reforma íntima.
e) Criar, no trabalho assistencial da Casa, uma atividade que enseje o diálogo, a orientação, o acompanhamento e o esclarecimento, com fundamentação doutrinária, ao viciado e a seus familiares.

V – Conclusão
Diante dos fatos e dos acontecimentos que estão a envolver a criatura humana, enredada no vício das drogas, geradores de tantas misérias morais, sociais, suicídios e loucuras, nós, espíritas, não podemos deixar de considerar esta realidade, nem tampouco deixar de concorrer para a erradicação deste terrível flagelo que hoje assola a Humanidade. Nesse sentido, urge que intensifiquemos e aprimoremos cada vez mais as ações de ordem preventiva e terapêutica, já em curso em nossas Instituições, e que, também, criemos outros mecanismos de ação mais específicos neste campo, sempre em sintonia com os ensinamentos do Espiritismo e seu propósito de bem concorrer para a ascensão espiritual da criatura humana às faixas superiores da vida.

Artigo publicado na Revista Reformador, da FEB, março 1998

terça-feira, 16 de junho de 2009

11ª SEMANA NACIONAL ANTIDROGAS, de 19 a 26 de junho de 2009

A UNIÃO REGIONAL ESPÍRITA DE CAMPO GRANDE URE apresenta a 11ª SEMANA NACIONAL ANTIDROGAS, de 19 a 26 de junho de 2009.
A “CAMINHADA PELA VIDA” acontecerá no dia 20 de junho de 2009, sábado, com a concentração na Praça Ary Coelho, às 15h e encerramento na Praça do Radio Clube, às 18h, com show.
PARTICIPE COM A FEMS EM DEFESA DA VIDA!
Informações pelo fone: 3324 8322 e e-mail: fems@fems.org.br
Promoção: Conselho Estadual Antidrogas (CEAD)
Parceria: Federação Espírita de Mato Grosso do Sul

CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA MONITORES DO ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPÍRITA - ESDE

A UNIÃO REGIONAL ESPÍRITA DE CAMPO GRANDE realizará o CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA MONITORES DO ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPÍRITA - ESDE
Dia: 17 de junho de 2009, quarta-feira, das 19 às 21h30
Local: Centro Espírita Maria de Magdala
Rua Jerônimo de Albuquerque, 2778 – Bairro: Nova Lima - Campo Grande-MS
Informações: fone: 3324 8322 - e-mail: fems@fems.org.br
Promoção: Federação Espírita de Mato Grosso do Sul

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Palestra pública: DROGAS, NÃO! com Alcir Kenupp Cunha

Palestra pública: DROGAS, NÃO!
com Alcir Kenupp Cunha - Juiz do Trabalho de 1ª Instância
Local: Teatro da MACE
Rua 26 de Agosto, 63 - Centro
Data: 27 de junho de 2009 - sábado, às 19h30
Realização: Federação Espírita de Mato Grosso do Sul - FEMS

ENCONTRO ESTADUAL DE TRABALHADORES DA ÁREA DA MEDIUNIDADE

Dias 27 de junho de 2009 - sábado, das 8 às 17h e
Dia 28 de junho de 2009 - domingo, das 8h30 às 12h
Local: Centro Espírita Caminheiros de Jesus - Chácara Estrela do Sul
Realização: Federação Espírita de Mato Grosso do Sul - FEMS

Palestra: EDUCAÇÃO DOS SENTIMENTOS, com Jason de Camargo, dia 19 de junho de 2009

Palestra pública: EDUCAÇÃO DOS SENTIMENTOS
com Jason de Camargo.

Local: Auditório da FIEMS
Av. Afonso Pena, 1.206 - Centro
Data: 19 de junho de 2009, sexta-feira, às 19h30
Realização: Federação Espírita de Mato Grosso do Sul - FEMS

Reproduzimos aqui, uma entrevista de Dora Rodrigues, de Parnaíba-PI, com Jason de Camargo, publicada em seu Blog

Jason de camargo é autor do livro "Educação dos sentimentos", é Bacharel em Química e Licenciado em Química, Física e Matemática., realiza conferências em vários Estados brasileiros.
Dora Rodrigues: Por que Educação dos sentimentos?
Jason de Camargo: Porque é a solução dos problemas humanos. Sem a educação dos sentimentos, o homem se perde naquele manancial apenas intelectual e mais árido. Jesus, numa conversa com Tiago, disse: "os homens não são felizes, porque estão aprendendo apenas a pensar. O homem, será feliz, quando aprender a sentir. Então, a educação dos sentimentos nos possibilita justamente esse processo de felicidade humana. Senão, há um desequilíbrio entre a razão e a emoção; entre a educação racional e a moral. Educação dos valores. O homem só é feliz, quando atinge esses valores. Tem o conhecimento, mas também, os valores morais com ele desenvolvidos, porque o psiquismo humano tem várias funções psicológicas: tem inteligência, instintos, mas tem também as emoções e os sentimentos. Então, a educação só é integral, quando ela privilegia todos esses elementos, não apenas a inteligência, mas também os valores, os sentimentos que dão o equilíbrio psicológico, e o indivíduo adquire a plenitude da sabedoria e da paz.

Dora Rodrigues: Eu li no seu livro que, atualmente, esse tema 'Educação dos sentimentos', faz parte da proposta de qualificação do trabalhador em sua região. Fale um pouco sobre isso!
Jason de Camargo: Acontece primeiro que, nós entramos na Doutrina Espírita e a Doutrina Espírita precisa entrar dentro de nós. Allan Kardec, quando aborda a questão da educação diz que, a educação racional cresceu, se desenvolveu, porque houve investimentos nessas áreas: da didática, da pedagogia, dos recursos. E que, se a educação moral não teve esse avanço, é porque não foi devidamente trabalhada; então, o trabalho voltado também para a educação moral, é que irá completar e oferecer uma consciência realmente espírita. Porque o Espiritismo só cresce com a união dos espíritas. E nós, só teremos espíritas mais unidos, com seus sentimentos mais burilados. Daí, a importância do trabalhador, porque quando nos juntamos num Centro Espírita, é imprescindível que não se leve apenas a Doutrina em nível de conhecimento; mas também, as vibrações que devem existir dentro do Centro, e essas vibrações auxiliam a milhares de pessoas encarnadas e desencarnadas. E só teremos vibrações de alta magnitude, com os sentimentos.

Dora Rodrigues: Então, essa proposta da Educação dos Sentimentos deveria ser uma proposta para o grupo trabalhar-se internamente?
Jason de Camargo: Nós que viajamos pelo Brasil, observamos hoje em quase todos os Estados brasileiros que, o livro 'Educação dos Sentimentos' está sendo estudado em grupos de estudos. Estão fazendo estudo dessa obra, justamente, para que o Centro comece a atuar nessa área, tenha mentalidade voltada para os valores morais, para a fraternidade, a solidariedade. Então, é importante que se trabalhe, " isso a gente vê no Brasil". As Casas estão estudando a obra pelos benefícios que ela trás para o indivíduo, e para o Centro que ele atua.

domingo, 31 de maio de 2009

Discurso de Camille Flammarion proferido no túmulo de Allan Kardec

Depois que o Sr. Vice-Presidente da Sociedade, na tumba do mestre, fez a prece pelos mortos e, em nome da Sociedade testemunhou os sentimentos de pesar que acompanham o Sr. Allan Kardec à sua partida desta vida, o Sr. Camille Flammarion pronunciou o discurso que vamos reproduzir em parte. De pé numa elevação, de onde dominava a assembléia, o Sr. Flammarion foi ouvido por todos e afirmou publicamente a realidade dos fatos espíritas, seu interesse geral na Ciência e sua importância futura. Esse discurso não é apenas um esboço do caráter do Sr. Allan Kardec e do papel de seus trabalhos no movimento contemporâneo, mas ainda, e, sobretudo, uma exposição da situação atual das Ciências Físicas, do ponto de vista do mundo in­visível, das forças naturais desconhecidas, da existência da alma e de sua indestrutibilidade.

Senhores,

"Submetendo-me, com deferência, no convite simpático dos amigos do pensador laborioso, cujo corpo terreno jaz agora aos nossos pés, lembro-me de um dia sombrio de dezembro de 1865. Eu pronunciava então as supremas palavras de adeus sobre o túmulo do fundador da Livraria Acadêmica, o honrado Didier, que foi, como editor, o colaborador convicto de Allan Kardec na publicação das obras fundamentais de uma doutrina que lhe era cara, e que morreu também subitamente, como se o céu tivesse querido poupar a esses dois espíritos íntegros o embaraço filosófico de sair desta vida por um caminho diferente do comum. A mesma reflexão se aplica a morte do nosso antigo colega Jobard, de Bruxelas.

"Hoje minha tarefa é ainda maior, porque eu desejaria poder representar ao pensamento dos que me escutam, e ao de milhões de homens que, na Europa inteira e no novo mundo, se ocuparam do problema ainda misterioso dos fenômenos ditos espíritas; desejaria, digo eu, poder representar-lhes o interesse científico e o futuro filosófico do estudo desses fenômenos (a que se entregaram, como ninguém ignora, homens eminentes entre os contemporâneos). Gostaria de lhes fazer entrever que horizontes desconhecidos verá o pensamento humano abrir-se à sua frente, à medida que estender o seu conhecimento positivo das forças naturais em ação em torno de nós; mostrar-lhes que tais constatações são o antídoto mais eficaz da lepra do ateísmo, que parece atacar particularmente a nossa época de transição, e, enfim, aqui testemunhar publicamente o eminente serviço que o autor do Livro dos Espíritos prestou à Filosofia, chamando a atenção e a discussão para fatos que, até agora, pertenciam ao domínio mórbido e funesto das superstições religiosas.

"Com efeito, seria um ato importante aqui estabelecer, diante deste túmulo eloqüente, que o exame metódico dos fenômenos, erradamente chamados sobrenaturais, longe de renovar o espírito supersticioso e de enfraquecer a energia da razão, ao contrário, afasta os erros e as ilusões da ignorância e serve melhor ao progresso que a negação ilegítima dos que não se querem dar ao trabalho de ver.

Mas não é aqui o lugar para abrir a arena à discussão irreverente. Deixemos apenas descer de nossos pensamentos, sobre a face impassível do homem deitado à nossa frente, testemunhos de afeição e sentimentos de pesar, que fiquem, em sua volta e à volta do seu túmulo como um bálsamo do coração! E desde que sabemos que sua alma eterna sobrevive a esses despojos mortais, como lhes preexistiu; desde que sabemos que laços indestrutíveis ligam nosso mundo visível ao mundo invisível; desde que esta alma existe hoje tão bem como há três dias, e que não é impossível achar-se atualmente à minha frente, digamos-lhe que não quisemos ver apagar-se a sua imagem corporal e encerrá-la em seu sepulcro, sem honrar unanimemente os seus trabalhos e a sua memória, sem pagar um tributo de reconhecimento à sua encarnação terrestre, tão utilmente e tão dignamente realizada.

"De início, traçarei em rápido esboço as linhas principais de sua carreira literária.

"Morto aos sessenta e cinco anos, Allan Kardec havia consagrado a primeira parte de sua vida a escrever obras clássicas, destinadas sobretudo ao uso dos instrutores da mocidade. Quando, lá por 1850, as manifestações, em aparência novas, das mesas girantes, das batidas sem causa ostensiva, dos movimentos insólitos de objetos e de móveis, começaram a atrair a atenção pública e, mesmo, provocaram em imaginações aventurosas uma espécie de febre, devida à novidade dessas experiências, Allan Kardec, estudando ao mesmo tempo o magnetismo e seus estranhos efeitos, seguiu com a maior paciência e uma judiciosa clarividência as experiências e as tentativas tão numerosas, então feitas em Paris. Recolheu e pôs em ordem os resultados obtidos nessa longa observação, e com eles compôs o corpo de doutrina publicado em 1857, na primeira edição do Livro dos Espíritos. Todos sabeis que sucesso acolheu esta obra, na França e no estrangeiro.

"Atingindo hoje sua décima-sexta edição, ele espalhou em todas as classes esse corpo de doutrina elementar, que não é novo em sua essência, de vez que a escola de Pitágoras, na Grécia, e a dos Druidas, em nossa própria Gália, ensinavam os seus princípios, mas que revestia uma verdadeira forma de atualidade, por sua correspondência com os fenômenos.

"Depois desta primeira obra apareceram, sucessivamente: o Livro dos Médiuns, ou Espiritismo Experimental; Que é o Espiritismo? resumo sob a forma de perguntas e respostas; O Evangelho Segundo o Espiritismo; O Céu e o Inferno; A Gênese; e a morte veio surpreendê-lo no momento em que, em sua atividade infatigável, trabalhava numa obra sobre as relações entre o Magnetismo e o Espiritismo.

"Pela Revista Espírita e a Sociedade de Paris, da qual era presidente, ele se havia, de certo modo, constituído em centro para onde tudo convergia, o traço de união de todos os investigadores. Há alguns meses, sentindo próximo o seu fim, preparou as condições de vitalidade desses mesmos estudos após a sua morte, e estabeleceu a Comissão Central que o sucede.

"Despertou rivalidades; fez escola sob uma forma um tanto pessoal; existe ainda alguma divisão entre os "espiritualistas" e os "espíritas". De agora em diante, senhores (tal é, pelo menos, o voto dos amigos da verdade), devemos estar todos reunidos por uma solidariedade confraternal, pelos mesmos esforços para a elucidação do problema, pelo desejo geral e impessoal da verdade e do bem.

"Quantos corações foram consolados, de início, por esta crença religiosa! Quantas lágrimas foram enxutas! Quantas consciências abertas aos raios da beleza espiritual! Nem todos são felizes aqui na Terra. Muitas afeições foram destruídas! Mui­tas almas foram adormecidas pelo ceticismo. Não será nada haver trazido ao Espiritualismo tantos seres que flutuavam na dúvida e que não mais amavam a vida física nem a intelectual?

"Allan Kardec era o que eu chamarei simplesmente "o bom senso encarnado." Raciocínio reto e judicioso, aplicava, sem esquecer, à sua obra permanente as indicações íntimas do senso comum. Aí não estava uma qualidade menor, na ordem das coisas que nos ocupam. Era - pode-se afirmar - a primeira de todas e a mais preciosa, sem a qual a obra não poderia tornar-se popular, nem lançar no mundo as suas raízes imensas.

Em maioria, aqueles que se entregaram a esses estudos lembraram-se de ter sido, na mocidade ou em certas circunstâncias especiais, testemunhas de manifestações inexplicadas; há poucas famílias que não tenham observado em sua história aconteci­mentos desta ordem. O primeiro ponto era aplicar a esses fatos o raciocínio firme do simples bom-senso e examina-los segundo os princípios de método positivo.

"Como o próprio organizador deste estudo demorado e difícil previra, esta doutrina, até então filosófica, deve entrar ago­ra em seu período científico. Os fenômenos físicos, sobre os quais não se insistiu de começo, devem tornar-se objeto da crítica experimental, sem a qual nenhuma constatação séria é possível. Este método experimental, ao qual devemos a glória do progresso moderno e as maravilhas da eletricidade e do vapor, deve colher os fenômenos de ordem ainda misteriosa, a que assistimos, dissecá-los, medi-los, defini-los.

"Porque, senhores, o Espiritismo não é uma religião, mas uma ciência, da qual apenas conhecemos o abecê. O tempo dos dogmas terminou. A Natureza abarca o Universo. O próprio Deus, que outrora foi feito à imagem do homem, não pode ser considerado pela Metafísica moderna senão como um espírito na Natureza. O sobrenatural não existe. As manifestações obtidas através dos médiuns, como as do magnetismo e do sonambulismo. são de ordem natural e devem ser severamente submetidas ao controle da experiência. Não há mais milagres. Assistimos à aurora de uma Ciência desconhecida. Quem poderá prever a que conseqüências conduzirá, no mundo do pensamento, o estudo positivo desta Psicologia nova?

"De agora em diante a Ciência rege o mundo. E, senhores, não será estranho a este discurso fúnebre notar sua obra atual e as induções novas que ela nos descobre, precisamente do ponto de vista de nossas pesquisas."

Aqui o sr. Flammarion entra na parte científica de seu discurso. Expõe o estado atual da Astronomia e o da Física, desenvolvendo particularmente as descobertas relativas à recente análise do espectro solar. Destas descobertas resulta que não vemos quase nada do que se passa em torno de nós na Natureza. Os raios caloríficos que evaporam a água formam as nuvens, causam os ventos, as correntes, organizam a vida do globo, são invisíveis para a nossa retina. Os raios químicos que regem os movimentos das plantas e as transformações químicas do mundo inorgânico são igualmente invisíveis. A Ciência contemporânea autoriza, pois, os pontos de vista revelados pelo Espiritismo e nos abre, por sua vez, um mundo invisível real, cujo conhecimento só pode esclarecer-nos quanto ao modo de produção dos fenômenos espíritas.

A seguir, o jovem astrônomo apresentou o quadro das metamorfoses, do qual resulta que a existência e a Imortalidade da alma se revelam pelas mesmas leis da vida.

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Após a exposição científica, assim terminou ele:

"Aquele cuja visão é limitada pelo orgulho ou pelo preconceito e não compreendem esses desejos ansiosos de nossos pensamentos, ávidos de conhecimentos, que atirem sobre tal gênero de estudos o sarcasmo ou o anátema! Nós erguemos mais alto as nossas contemplações!... Tu foste o primeiro, ó mestre e amigo! tu foste o primeiro que, desde o começo de minha carreira astronômica, testemunhou uma viva simpatia por minhas deduções relativas à existência das Humanidades Celestes; porque, tomando nas mãos o livro Pluralidade dos mundos habitados, puseste-o a seguir na base do edifício doutrinário que sonhaste. Muitas vezes nos entretínhamos, juntos, sobre esta vida celeste tão misteriosa. Agora, ó alma! sabes por uma visão direta em que consiste essa vida espiritual, à qual todos retornaremos, e que esquecemos durante esta existência.

"Agora voltaste a esse mundo de onde viemos e colhes o fruto de teus estudos terrenos. Teu invólucro dorme aos nossos pés, teu cérebro está extinto, teus olhos estão fechados para não mais se abrirem, tua palavra não mais será ouvida!... Sabemos que todos nós chegaremos a esse último sono, à mesma inércia, à mesma poeira. Mas não é neste envoltório que pomos a nossa glória e a nossa esperança. O corpo cai, a alma fica e retorna ao Espaço. Encontrar-nos-emos num mundo melhor. E, no céu imenso, onde se exercitarão as nossas mais poderosas faculdades, continuaremos os estudos que na Terra dispunham de local muito acanhado para os conter. Preferimos saber esta verdade, a crer que jazes por inteiro neste cadáver, e que tua alma tenha sido destruída pela cessação do jogo de um órgão. A imortalidade é a luz da vida, como este sol brilhante é a luz da Natureza.

"Até logo, meu caro Allan Kardec, até logo."

fonte

Ovóides

Ovóides - estágio de degradação a que chegam certos espíritos sofredores-obsessores. O espírito, ligado ao obsediado, de maneira intrínseca no seu afã de prejudicar, adquire uma forma ovóide, assemelhando-se á um ovo de consistência indefinida que se "cola" no corpo de seu alvo distorcendo-lhe pensamentos, opiniões e agindo incessantemente para lhe proporcionar toda sorte de infortúnios. A ligação de um obsessor-obsediado no nível de ovóide, apesar de não muito freqüente, acontece mais do que se imagina. Ela ocorre quando há uma ligação cármica de dois espíritos em um nível avançadíssimo. Sob vidência, um indivíduo sofrendo a ação de um ovóide aparece com uma "massa" humana colada ao corpo, geralmente nas costas ou na região do abdômen. Um ovóide, além da obsessão psicológica propiamente dita, age, drenando as forças do obsidiado a nível de levá-lo á morte. No trabalho de desobsessão se faz possível subtrair um ovóide de uma pessoa, apesar da grande dificuldade e das inúmeras sessões a serem realizadas, mas há casos de fracasso ao término de anos de sessões. O que mostra o nível de ligação entre perseguidor e perseguido.
fonte: Portal do Espírito

Leitura básica:
1. Evolução em dois mundos, psicografado pelos médiuns Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira e ditado pelo espírito André Luiz;
2. ver também Vampirismo.

O talento de Susan Boyle

I Dreamed a Dream
Eu Sonhei Um Sonho

Eu sonhei um sonho num tempo que já se foi
Quando esperanças eram elevadas e valia a pena viver
Eu sonhei que o amor nunca morreria
Eu sonhei que Deus estaria perdoando

Então eu era jovem e destemida
Quando sonhos eram feitos e usados e desperdiçados
Não havia nenhum resgate a ser pago
Nenhuma canção não cantada, nenhum vinho intocado

Mas os tigres vêm à noite
Com suas vozes suaves como trovão
Como eles despedaçam sua esperança
Transformando seus sonhos em vergonha

E ainda sim sonhei que ele veio até mim
E que viveríamos os anos juntos
Mas há sonhos que não podem ser
E há tempestades que não podemos prever

Eu tive um sonho que minha vida seria
Tão diferente deste inferno que estou vivendo
Tão diferente daquilo que parecia
Agora a vida matou o sonho que sonhei

A canção faz parte do musical Les Misérables, baseado na obra de Victor Hugo. O musical estreou em Londres em 1985 e em Nova York em 1987, ganhando inúmeros prêmios. Você pode ouvir aqui a versão da produção.
Les misérables (Os Miseráveis) é uma das principais obras escritas pelo escritor francês Victor Hugo, publicada em 3 de abril de 1862 simultaneamente em Leipzig, Bruxelas, Budapeste, Milão, Roterdã, Varsóvia, Rio de Janeiro e Paris, nesta última cidade foram vendidos 7 mil exemplares em 24 horas. Victor Hugo é também autor de Os Trabalhadores do Mar e O Corcunda de Notre Dame, entre outras obras.



O romance narra a situação política e social francesa no período da Insurreição Democrática ou Revolução de 1830, em 5 de junho de 1832, no reinado de Luís Filipe I de França, através da história de Jean Valjean.

A trama
Jean Valjean, orfão de pai e mãe, foi criado pela irmã mais velha. Quando o cunhado morre, assume o papel de homem da casa, cuidando da irmã e dos sete sobrinhos pequenos. Jean trabalhava como podador de árvores, fazendo outros trabalhos quando faltava-lhe este. Apesar de trabalhar muito viviam muito mal e eram extremamente pobres. Um dia, quando não há trabalho, dinheiro ou comida, jean Valjean rouba um pão em uma padaria, mas é preso. No tribunal de Faverolles, França, Jean Valjean é condenado a passar cinco anos na prisão por roubar um pão, pena agravada pelo fato de ele possuir uma arma de fogo em casa. A pena vai aumentando devido às suas repetidas tentativas de fuga, de forma que Jean Valjean acaba por passar dezenove anos na prisão. Após cumprir a pena é posto em liberdade condicional, sendo que se não se apresentar regularmente, nos termos da condicional, ficará preso por toda a vida. Por isso, Valjean sente-se marginalizado por todos que encontra, pois carrega o "passaporte amarelo" que o identifica como ex-presidiário. Valjean só é ajudado pelo bispo Benvindo, mas em vez de se mostrar grato, rouba-lhe todas as pratas. Logo é preso, pois as peças tinham o brasão do bispo. Quando Valjean é levado pelos soldados até à presença de Benvindo, este diz que lhe deu as pratas e ainda diz que se esqueceu de levar os castiçais. Esta demonstração de bondade faz Valjean voltar a crer nas pessoas. Após alguns anos, Valjean torna-se um próspero empresário, usando o nome de Monsieur Madeleine, o maire da cidade e um homem respeitado pela sua bondade e caridade. Chega a ajudar Fantine, a mãe de Cosette, que havia sido demitida de sua fábrica (por causa de intrigas de uma supervisora, que descobre que Fantine é uma mãe solteira), protegendo-a de Javert e cuidando dela. Promete no leito de morte dela, recuperar Cosette e cuidar dela. Um dia Valjean vê um aldeão preso embaixo de uma carroça pesada e, com uma força que parece ser sobre-humana, levanta-a usando as suas costas, o que permite que o homem seja salvo. O chefe de polícia do local, Javert , que cumpre a lei à letra sem a menor clemência, assiste a este feito, que o faz lembrar que um prisioneiro das galés que encontrou uma vez. Investigando o passado do prefeito, identifica-o como Jean Valjean, a verdadeira identidade de Madeleine, que é procurado pois nunca se apresentou para cumprir os termos da liberdade condicional. Porém, fica confuso quando um homem encontrado com um ramo de macieira na mão é acusado de ser Jean Valjean. Quando o julgamento estava em andamento alguns prisioneiros afirmam que ele é Valjean, mas o verdadeiro Jean Valjean, que estava no tribunal (após refletir muito no assunto, pois se outro fosse preso como Valjean, ele assumiria definitivamente a identidade de Madeleine, ficando livre do passado de Valjean. Entretando, ele decide assumir responsabilidade de seus atos, em favor da Justiça e da salvação de um inocente), diz que o acusado é inocente, pois ele é Jean Valjean e prova-o. Isto fará Javert iniciar uma caçada sem tréguas para prender Valjean, pois a lei tem de ser cumprida. Ficou preso algum tempo mas depois foi dado como morto num acontecimento durante esse período nas galés. Após a fuga bem sucedida, resgata a filha de Fantine dos Thénardiers, passando a viver escondido com Cosette, que passa a criar como uma verdadeira filha. Quando seu esconderijo é descoberto por Javert, refugia-se em um convento, sob a proteção de Fauchelevent (que havia salvo anteriormente), onde cria Cosette. Anos se passam e Cosette se casa. Após ser menosprezado pelo marido de Cosette, Jean Valjean fica deprimido e adoece. Pouco antes de sua morte, recebe o perdão de Marius e o amor de Cosette novamente. Morre como uma criança: feliz!
fonte: Wikipedia

sexta-feira, 1 de maio de 2009

A música e a diversidade dos povos

Vi no blog do Pedro Doria esse trabalho realizado pelo projeto multimídia Playing for Change, divulgando o talento de músicos desconhecidos do grande público, mas com uma mensagem de como a música é universal, trazendo-nos a certeza e esperança de tempos melhores para a humanidade.
Do site Cifras retirei a letra em inglês e a tradução para o português da canção de John Lennon.

Um abraço a todos.
Ronaldo São Romão Sanches
Campo Grande-MS



Stand By Me
(John Lennon)

When the night has come
And the land is dark
And the moon is the only light we'll see
No I won't be afraid
No I won't be afraid
Just as long as you stand, stand by me

CHORUS:
So darling, darling stand by me
Oh, stand by me, oh, stand
Stand by me, stand by me

If the sky that we look upon
Should tumble and fall
Or the mountains should crumble to the sea
I won't cry, I won't cry
No I won't shed a tear
Just as long as you stand, stand by me

CHORUS

Whenever you're in trouble
won't you stand by me
Oh, now, now, stand by me
Oh, stand by me, stand by me, stand by me

Fique Comigo (Conte Comigo) *
(John Lennon)

Quando a noite tiver chegado
E a terra estiver escura,
E a lua for a única luz que veremos,
Não, eu não terei medo
Não, eu não terei medo,
Da mesma maneira que quando você fica, fica comigo...

REFRÃO:
Então querida, querida, fique comigo
Oh, fique comigo, oh, fique
Fique comigo, fique comigo...

Se o céu que vemos lá em cima
Desabasse e caísse
Ou as montanhas desmoronassem para o mar
Eu não choraria, eu não choraria,
Não, eu não derramaria uma lágrima,
Igual quando você fica, fica comigo...

REFRÃO

A qualquer hora que você estiver com problemas,
você não contará comigo?
Oh, agora, agora, conte comigo
Oh, conte comigo, conte comigo, conte comigo